Suprimentos
O que a casa compra
O que se comprou, por quanto, de quem, e quanto o custo recorrente já cresceu.
Painel
Três números, os três copiados à mão de um arquivo deste repositório, com o arquivo e a data da leitura ao lado. Nenhum é apurado pela página: o showcase é estático, não consulta banco nem fatura.
custo-mensal.md:17 · atualizado em 11/09/2026
custo-mensal.md:37
comercial/compras/ · conferido em 10/09/2026
Os dois primeiros vêm de
docs/hq/financeiro/custo-mensal.md, que lê o
livro Beancount do Financeiro. Eles dizem o nível
do custo recorrente, não o crescimento dele — e é o crescimento que a pergunta
desta tela cobra.
O levantamento de 31/08/2026 foi refeito em
11/09/2026, quando o Supabase Pro
(US$ 25/mês, assinado em 06/09/2026,
backlog/tasks/task-132…:19) entrou no livro
por R$ 132,35 — dólar a R$ 5,1149 mais 3,5% de IOF. É a primeira medida de
crescimento que esta tela tem: +7,1% em onze
dias, por uma assinatura que ninguém achou grande. O terceiro
número é o do próprio setor, e é o mais duro: nenhuma compra da casa tem cotação
escrita no formato que o setor definiu.
Espaço reservado
Falta aqui a série mensal do custo recorrente, mês a mês, com a data de cada levantamento — é ela, e só ela, que responde "quanto já cresceu".
O dado é do Financeiro, que opera o livro
Beancount em docs/hq/financeiro/. Hoje
existem dois levantamentos — 31/08 e 11/09/2026 — e nenhum fechamento de mês
depois de agosto. Dois pontos ainda não são série; já são uma direção, e ela
aponta para cima.
Cronologia
O que aconteceu neste setor, e quando. Sete eventos, todos datados e todos com a fonte no repositório. A linha fica na forma compacta enquanto não houver conteúdo dos dois lados dela (§ 3.5.5, divergência 2).
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O setor nasce, e nasce com pouco trabalho
A
decision-012separa Suprimentos de Financeiro e conta o que o primeiro herda: quatro compras em doze meses. Aceito de propósito — ele existe para a próxima compra não ser decidida no impulso, não para ter volume.
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Cloud SQL descartado por custoDecisão do operador, e não da casa: banco gerenciado do Google sai da mesa, e a comparação passa a ser entre Supabase e Neon (
decision-054, linha 23).
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Supabase Pro assinado — US$ 25/mêsO primeiro item de custo recorrente que a casa acrescenta depois de o setor existir (
task-132, linha 19). Não passou por cotação escrita.
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A errata: a justificativa não se sustentavaA razão dada para o plano pago era a pausa por inatividade do plano gratuito — e ela tem contorno grátis, um agendador batendo num endpoint de saúde. O motivo verdadeiro só apareceu depois e nunca fez parte da recomendação (errata da
decision-027, 07/09/2026). É deste erro que sai a regra do setor.
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A instância sempre ativa é medida: R$ 69,13/mêsPreço do catálogo oficial de faturamento, em São Paulo, sem franquia (
decision-033, linha 72). É a única cifra de custo recorrente desta casa que foi medida em vez de estimada — e substituiu um R$ 150,00 proposto de memória.
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O Pro não foi canceladoO operador informou que mantém a assinatura por ora; a
task-132, que a desfaz, segue aberta. O custo continua correndo enquanto isso.
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O método vira decisãoNenhuma recomendação paga sai sem a página de preço do fornecedor aberta, com a data da leitura (
decision-054). Vale para domínio, e-mail transacional e monitoramento, não só para banco.
Espaço reservado
Falta aqui a lista de compras, uma a uma, com fornecedor, valor e data — o "de quem" e o "por quanto" da pergunta lá de cima. O que está acima são decisões e uma assinatura, não um registro de compra.
O dado é do operador, que é quem compra, e
chega como uma pasta
comercial/compras/COT-AAAA-NNN-<slug>/
a cada compra julgada. As quatro compras que a
decision-012 contou em 31/08/2026
aconteceram antes de o setor existir, e nenhuma foi registrada assim.
Decisões
Das 57 decisões do board, três governam este setor. Cada uma traz por que pertence à pergunta desta tela e o que foi recusado no caminho. As demais não entram: lista que estica deixa de dizer alguma coisa.
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012Os setores de dinheiro da Cactarus são dois: Suprimentos e Financeiro aceita
Por que governa: é a decisão que criou este setor e escreveu a regra que ele carrega — item novo de custo recorrente só entra se algo sair, ou se houver justificativa escrita de receita.
Recusado: um agente só, "Financeiro e Suprimentos". Seria mais barato de manter, e funde exatamente os dois julgamentos que precisam se conter — quem escolhe a compra não é quem aprova o dinheiro.
31/08/2026 ·
backlog/decisions/decision-012 … -
033Cloud Run com zero instância mínima fica; a instância sempre ativa custa R$ 69,13 medidos em São Paulo aceita
Por que governa: é a única compra desta casa cujo preço foi medido em vez de estimado, e o que ela mediu é um item de custo recorrente — exatamente o objeto deste setor.
Recusado: Cloudflare Pages no plano gratuito, que custaria zero. Recusado porque prender o processamento a um país exige um add-on Enterprise, e três documentos da casa já prometem região brasileira. O custo da recusa é a economia que se deixou na mesa — pequena, e dita com essas palavras na decisão.
08/09/2026 ·
backlog/decisions/decision-033 … -
054Nenhuma recomendação paga sai sem a página de preço aberta proposta
Por que governa: fixa o método deste setor para qualquer recorrente — a página do fornecedor aberta com a data da leitura, o caminho gratuito apresentado mesmo quando a recomendação final é a paga, e regra de cobrança do fornecedor separada de necessidade técnica.
Recusado: escolher hospedagem e banco numa sessão autônoma de madrugada. A noite entregou os scripts parametrizados e nenhum recurso criado; a escolha ficou com o operador. Continua proposta até ele ler e concordar com o método — não é decisão fechada.
10/09/2026 ·
backlog/decisions/decision-054 …